Dois
tubarões foram capturados na manhã desta terça-feira (30) pela equipe
do barco Sinuelo, embarcação responsável pelo estudo da presença do
animal no mar do Grande Recife. No quarto dia de operações, os
pesquisadores fisgaram um tubarão-lixa fêmea de 2.35 metros de
comprimento na praia de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, e um
tubarão-tigre macho de 1m10 de comprimento na Praia do Paiva. A segunda
espécie é uma das principais responsáveis por ataques.
A fêmea, encontrada a um quilômetro da costa, em frente ao hotel Atlante Plaza, já havia sido capturada antes. “O animal foi solto no local depois que tiramos todas as medidas que vão permitir que estudemos o crescimento dele”, explicou o pesquisador e coordenador do projeto, professor Fábio Hazim.
Já o tubarão-tigre capturado no Paiva foi fisgado pelo olho e não sobreviveu aos ferimentos. O anzol usado para a captura tenta fisgar o animal externamente, para que este não sofra lesões. As duas espécies foram capturadas no espinhel fora do canal – um trecho mais profundo que fica próximo da praia.
PROJETO - Na última sexta-feira (26), o barco Sinuelo – responsável pelo estudo da presença de tubarões no mar do Grande Recife – voltou ao alto mar para uma varredura de seis dias pelas praias da Região Metropolitana do Recife (RMR). Uma equipe com cinco profissionais – formada pelo mestre do barco, um engenheiro de pesca, dois auxiliares de convés e um cozinheiro – retornará à costa nesta quarta-feira (31). Os trabalhos estavam interrompidos desde dezembro de 2012 e voltaram após a SDS liberar uma verba de 1,8 milhão de reais.

Nesta
operação, o grupo lançou dois espinhéis com 100 anzóis de 4 quilômetros
cada e 20 linhas de espera em dois pontos, um em Boa Viagem, Zona Sul
do Recife, e outro perto da foz do Rio Jaboatão. Os equipamentos
abrangerão um perímetro entre o Pina, na capital, e o Paiva, no Cabo de
Santo Agostinho. Os espinhéis são um primeiro escudo e ficam
posicionados a cerca de 2,5 quilômetros da costa, a uma profundidade
que varia entre 14 e 16 metros, a depender da maré. As linhas de
espera, por sua vez, são colocadas mais perto da praia, em média 800
metros, a uma distância vertical que vai de quatro a seis metros.
Atuando desde 2004, o barco já capturou de 60 tubarões-tigre e 14 do tipo cabeça-chata, principais responsáveis por ataques. A média costuma ser de uma captura por mês. Os animais apreendidos pelos aparelhos receberão sensores acústicos e por satélite e terão seus passos monitorados pelo Cemit. Em seguida, serão levados pelo Sinuelo a uma área 37 quilômetros distante da costa.
Fonte: NE10
A fêmea, encontrada a um quilômetro da costa, em frente ao hotel Atlante Plaza, já havia sido capturada antes. “O animal foi solto no local depois que tiramos todas as medidas que vão permitir que estudemos o crescimento dele”, explicou o pesquisador e coordenador do projeto, professor Fábio Hazim.
Já o tubarão-tigre capturado no Paiva foi fisgado pelo olho e não sobreviveu aos ferimentos. O anzol usado para a captura tenta fisgar o animal externamente, para que este não sofra lesões. As duas espécies foram capturadas no espinhel fora do canal – um trecho mais profundo que fica próximo da praia.
PROJETO - Na última sexta-feira (26), o barco Sinuelo – responsável pelo estudo da presença de tubarões no mar do Grande Recife – voltou ao alto mar para uma varredura de seis dias pelas praias da Região Metropolitana do Recife (RMR). Uma equipe com cinco profissionais – formada pelo mestre do barco, um engenheiro de pesca, dois auxiliares de convés e um cozinheiro – retornará à costa nesta quarta-feira (31). Os trabalhos estavam interrompidos desde dezembro de 2012 e voltaram após a SDS liberar uma verba de 1,8 milhão de reais.
Barco voltou ao alto mar para uma varredura de seis dias pelas praias da Região Metropolitana do Recife
Foto: Guga Matos / JC Imagem
Foto: Guga Matos / JC Imagem
Atuando desde 2004, o barco já capturou de 60 tubarões-tigre e 14 do tipo cabeça-chata, principais responsáveis por ataques. A média costuma ser de uma captura por mês. Os animais apreendidos pelos aparelhos receberão sensores acústicos e por satélite e terão seus passos monitorados pelo Cemit. Em seguida, serão levados pelo Sinuelo a uma área 37 quilômetros distante da costa.
Fonte: NE10
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